Mostrar mensagens com a etiqueta reciclagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reciclagem. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Reciclagem de radiografias antigas



"Pode entregar radiografias com mais de 5 anos ou sem valor de diagnóstico na farmácia durante todo o ano.
As radiografias constituem resíduos perigosos por conterem prata, um metal pesado, contaminante de solos e águas subterrâneas. Recuperar estes resíduos é a opção mais sustentável: permite associar poupança na extração de nova matéria-prima ao valor gerado na reutilização da prata.
Não há uma rede específica para gerir a recolha de radiografias, pelo que as farmácias e a AMI têm desenvolvido campanhas de sensibilização. (...)
A primeira iniciativa data de 1996, quando se registou a maior quantidade de radiografias recolhidas, cerca de 150 toneladas. De 1996 até 2010, foram recolhidas aproximadamente 1200 toneladas. As radiografias são vendidas a empresas que tratam da sua valorização, que consiste sobretudo na extração da prata. Por cada tonelada de radiografias tratadas, obtêm-se cerca de 10 kg de prata."

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Publicidade enganosa - Sacos de plástico


"Os sacos reutilizáveis são a opção mais ecológica para transportar as compras. Se recorrer aos de plástico, use-os o maior número de vezes possível. Uma vez estragados, todos podem ser reciclados.

Várias cadeias de supermercados anunciam sacos 100% degradáveis e amigos do ambiente. Nalguns casos, afirmam ser reutilizáveis e recicláveis, mas aconselham a colocá-los no lixo indiferenciado quando ficam quebradiços. Esta mensagem é contraditória e confusa para o consumidor: reciclagem e lixo são destinos totalmente opostos.
Independentemente do saco, o mais importante é reutilizá-lo o maior número de vezes possível. Como nem todos os resíduos produzidos em casa são recicláveis, vai precisar de sacos para o lixo indiferenciado. Se não compra sacos para esse fim, aproveite os do supermercado.
No entanto, alguns sacos em fim de vida, devem ser depositados no ecoponto amarelo em vez do lixo.


Os sacos tradicionais, em polietileno, são resistentes e reutilizáveis. Quando estiverem danificados, coloque-os no ecoponto amarelo.

Ponto de partida para novos produtos
Produzidos a partir de um composto do petróleo, o polietileno, os sacos de plástico são 70% mais leves do que há 20 anos, o que diminui o seu impacto ambiental unitário. Mas com o aumento da produção, o ganho ambiental está longe de ser tão positivo como apregoa a indústria. 
Em fim de vida, não devem ser encarados como resíduos sem valor mas um ponto de partida para fabricar novos produtos. Quando não é possível reciclar, devem ser valorizados através da incineração com recuperação de energia e, só em último caso, enviados para aterro.



Alegam ser degradáveis. Só devem ir para o lixo indiferenciado quando ficam quebradiços.

Dois destinos para os sacos degradáveis 

Devido ao abandono dos plásticos na natureza, foram criados dois tipos de sacos degradáveis: os biodegradáveis e oxodegradáveis. Mas não há consenso sobre as vantagens ambientais e a designação degradável pode enganar os consumidores. Muitos acreditam que desaparecem rapidamente na natureza sem intervenção humana e podem ainda menosprezar a importância da reutilização, para reduzir os resíduos produzidos.

Distribuídos em muitos hipermercados e muitas vezes reconhecidos pela indicação d2w, os oxodegradáveis são plásticos tradicionais aos quais é adicionado um ingrediente que facilita a quebra dos monómeros de plástico e acelera a degradação. Mas não se degradam na totalidade e o seu processo de reciclagem é mais complexo: têm de ser recolhidos e tratados até 18 meses após o fabrico. Como não há um circuito próprio para recolha, na reciclagem, é preciso adicionar um agente estabilizador para neutralizar o ingrediente que facilita a degradação. Quanto à deposição em aterro, o plástico só se degrada rapidamente na presença de oxigénio, o que não acontece na maioria das vezes.
Os sacos degradáveis não são ambientalmente mais vantajosos do que os tradicionais (apenas de polietileno), sobretudo porque os últimos são recicláveis e, se tal não for possível, incinerados com recuperação de energia. Assim, num país com capacidade para reciclar filme plástico de polietileno, não faz sentido que muitos supermercados optem por sacos degradáveis e apregoem ser amigos do ambiente.


Alguns incluem a menção degradável. Outros ostentam o símbolo d2w na dobra lateral, por exemplo.

Usar e reutilizar nas compras

De carro ou a pé, os sacos de compras com rodas permitem acondicionar e transportar os produtos sem esforço, sem precisar de sacos de plástico. Por serem resistentes, pode ainda reutilizá-los vezes sem conta.

Para volumes mais pequenos, os sacos reutilizáveis são a melhor opção, sobretudo se forem resistentes, como os de polipropileno, tecido ou juta.
Os sacos de plástico vulgares (de polietileno) também podem ser reutilizados. Volte a usá-los quando for às compras ou para depositar o lixo indiferenciado. Se estiverem danificados, coloque-os no ecoponto amarelo."

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Onde depositar lâmpadas economizadoras?


"O que fazer quando uma lâmpada fluorescente compacta ou uma lâmpada LED deixa de funcionar?
Estas lâmpadas contêm componentes electrónicos complexos pelo que, tal como indicado pelo logótipo do caixote do lixo barrado que aparece nas respectivas embalagens, não devem ser deitadas no lixo normal, mas sim entregues numa das lojas que as vendem ou num ecocentro.
Em Portugal, já existem pontos electrão para lâmpadas junto dos existentes para electrodomésticos, por exemplo, nas grandes superfícies comerciais. Informe-se sobre o ponto mais perto si.
O que fazer quando uma lâmpada fluorescente compacta se parte?
Ao contrário das lâmpadas LED e de outras lâmpadas de utilização doméstica, as lâmpadas fluorescentes compactas contêm mercúrio. Não há qualquer fuga de mercúrio enquanto as lâmpadas estão intactas ou durante o seu funcionamento. Mas, se uma lâmpada se partir, podem ser libertados até um máximo de 5 mg de mercúrio (o equivalente à marca de tinta deixada pela ponta de uma esferográfica). Em comparação, os termómetros tradicionais contêm cerca de 500 mg de mercúrio.
Quando uma lâmpada se parte, deve abrir-se uma janela e deixar a divisão arejar. Os resíduos não devem ser aspirados e devem ser apanhados de modo a evitar o contacto directo com a pele. Existem LFC com ampolas inquebráveis que obstam ao problema das fugas de mercúrio. Existem tecnologias alternativas, como as lâmpadas incandescentes melhoradas ou as lâmpadas LED, que não contêm mercúrio."

Fonte: AMES

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Reciclagem: o melhor destino para os resíduos domésticos

Não sabe onde depositar/entregar cápsulas de café, brinquedos, candeeiros, lâmpadas, entre muitos outros resíduos?! Visite o site da Defensa do Consumidor e descubra o que fazer aos seus desperdícios.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Aprenda a separar!

Existem apenas alguns passos básicos que deve seguir de forma a tornar o processo de reciclagem mais eficiente:
  • Escorra e despeje todo o conteúdo das embalagens;
  • Quando possível, espalme-as para ocuparem menos espaço em casa, facilitar o seu transporte e diminuir o número de deslocações ao ecoponto.